Blog do Rafael Iatauro

Osmar Dias: “Fico com o Beto, se ele me apoiar ao governo”

30 de abril de 2010

Indagado sobre a possibilidade de concretizar aliança com o PSDB, o senador Osmar Dias, afirmou que a possibilidade existe, “desde que o Beto Richa me apóie para o governo”. Osmar revelou que conversa constantemente com o PPS de Rubens Bueno e que Roberto Freire, presidente nacional da legenda tem um certo desapontamento com relação à grande aliança formada em 2008. “Ele me pergunta: não havia uma aliança? Não havia compromisso? Eu respondo que o PDT não deu um passo para romper essa aliança”, reafirmou. Para Osmar, o PPS continua defendendo a manutenção da unidade política da grande aliança. “Mas unidade só é possível quando se tem um só candidato. Com dois não dá”, completou. Sobre a intenção de continuar na disputa, mesmo com a indefinição de alianças, Osmar disse que continua caminhando pelo Estado. “Fui o primeiro pré-candidato a me apresentar para a disputa e continuo na estrada”, garantiu.

Segundo Osmar, a disposição lançar a candidatura não foi abalada. “A única coisa que eu perdi a disposição é agüentar os desaforos de alguns membros do PT. Acabou faz tempo. Mas disposição de construir um projeto para o Estado continua a mesma”, disse. Osmar Dias afirmou ainda que nada na política é irreversível. E que ele foi procurado pelo presidente Lula para firmar a aliança no Paraná. “Houve avanços e eu coloquei claramente a proposta: o PT colocaria a Gleisi Hoffmann de vice na minha chapa para abrir espaço a outros partidos que formam a base de apoio ao governo federal”, explicou.

Para Osmar, o PT tem razão absoluta em defender a candidatura de Dilma Rousseff e que, por isso mesmo, deve ter na consciência que outros partidos têm que ter espaço. E que, se o PT tem a candidatura à presidência e o PDT ao governo do Paraná, outros partidos têm que compor a candidatura ao Senado. “Quem quer fazer aliança tem que ceder espaço. Agora, se não foi possível, então colocamos um ponto final”, disse.

Charge do dia

30 de abril de 2010

A-MULTA

Richa e Ducci serão investigados por suposto caixa 2

29 de abril de 2010

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR) decidiu, nesta quinta-feira (29), dar continuidade no processo que investiga a existência de caixa 2 na campanha eleitoral de Beto Richa (PSDB) e Luciano Ducci (PSB) em 2008. O Ministério Público Federal (MPF) havia recomendado a continuidade da ação. Se condenados, Ducci perde o mandato de prefeito e Richa tem os direitos políticos cassados.

Com a decisão do TRE-PR, os documentos retornam para a 1.ª Zona Eleitoral para serem convocadas testemunhas e ser realizada a produção de provas para embasar uma futura decisão. Na ação, Ducci e Richa são acusados de não declarar os gastos efetuados pelo Comitê Lealdade, formado por dissidentes do PRTB.

Em junho do ano passado, a Gazeta do Povo apontou a existência de suposto caixa 2 na campanha de Richa e Ducci, à prefeitura de Curitiba. A reportagem teve acessos aos vídeos gravados por Alexandre Gardolinski, coordenador do Comitê Lealdade, formado por dissidentes do PRTB que apoiavam a candidatura de Richa. Nos vídeos, Garlolinski distribuia dinheiro aos ex-candidatos a vereador pelo partido.

Eles se desfiliaram do PRTB e desistiram de concorrer à Câmara de Curitiba depois que o partido decidiu apoiar a canditaura do deputado Fábio Camargo (PTB) à prefeitura de Curitiba. O dinheiro era distribuído por Gardolinski dentro do Comitê Lealdade, formado pelos dissidentes do PRTB.

Segundo a denúncia apresentada pelo empresário Rodrigo Oriente, cada dissidente teria recebido R$ 1,6 mil para não concorrer e manter o apoio ao candidato a prefeito do PSDB. Os tucanos teriam pago até o aluguel da sala usada pelo Comitê Lealdade. Os gastos realizados pelo comitê não teriam sido contabilizados pela campanha oficial de Richa. Isso, em tese, configuraria o caixa 2.
(Da Gazeta do Povo)

Pessuti nomeia novo superintendente dos portos

29 de abril de 2010

APPAAPPA4
O governador Orlando Pessuti nomeou, nesta quinta-feira (29), Mario Lobo Filho como novo superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). Pessuti também nomeou João Batista Lopes dos Santos, conhecido como “João Feio”, como diretor empresarial. Na foto, João Batista Lopes, governador Pessuti, Mario Lobo Marcondes Filho e o chefe da Casa Civil, Ney Caldas.

Estrutura administrativa do governo está sediada em Ponta Grossa

29 de abril de 2010

A-PG
Entre esta quinta e sexta-feira a estrutura administrativa do Governo do Paraná está sediada em Ponta Grossa. A transferência da estrutura se consolidou nesta manhã, com a abertura, pelo governador Orlando Pessuti, da reunião da Escola de Governo. O encontro, parte do programa de interiorização do Executivo, reúne autoridades estaduais e de 28 municípios da região dos Campos Gerais e do Centro Sul.

Está no blog do Zé Beto: Luis Mussi ganha ação contra Paulo Pimentel

29 de abril de 2010

O empresário Luis Mussi ganhou ação de indenização contra o sogro, Paulo Pimentel, dono dos jornais O Estado do Paraná e Tribuna do Paraná, numa ação de injúria, difamação e danos morais. A sentença foi proferida pela juíza Vanessa Jamus Marchi, da 2a Vara Cível de Curitiba. O motivo foram ataques pessoais feitos através da coluna “ETC”, do jornal “O Estado do Paraná”,em fevereiro e abril do ano passado. Pimentel terá de pagar R$ 25 mil e se retratar publicamente, sob risco de pagar multa diária de R$ 10 mil. O advogado de Luis Mussi foi Guilherme Mussi, seu filho e neto de Paulo Pimentel. Segue resumo da sentença:

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Acordo poderá reduzir tarifas do pedágio em 30%

29 de abril de 2010

O governo do Estado já tem um pré-acordo com as concessionárias do pedágio que prevê a redução em pelo menos 30% nas tarifas atuais, em troca da prorrogação do contrato de concessão, que inicialmente venceria em 2017. Os termos do acordo prevêem ainda o fim das ações entre o governo e as empresas que operam o serviço, e a duplicação de trechos prioritários, como os corredores rodoviários entre Apucarana a Ponta Grossa; e entre Medianeira, Cascavel e Ponta Grossa.

Caso seja concretizado, o acordo – junto com o fim da multa do Banestado aprovada ontem pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado (veja matéria nesta página) – pode se tornar outro grande trunfo para impulsionar a pré-candidatura do governador Orlando Pessuti (PMDB) ao governo nas eleições de outubro.

Oficialmente o governo, através do secretário de Estado dos Transportes, Mário Stamm Júnior, confirma apenas que está – a mando de Pessuti – realizando estudos técnicos e jurídicos para servir de base para negociação da redução das tarifas de pedágios, sem detalhar quais seriam os termos de um possível acordo. Fontes ligadas ao governador, porém, informaram à reportagem do Jornal do Estado que as conversas preliminares com as concessionárias já estão bem adiantadas e em vias de chegar a uma conclusão nos próximos dias.
(Do Jornal do Estado)

A melhor notícia. Senado Federal aprova fim da multa ao Paraná

28 de abril de 2010

A-PESSUTÃO E OSMAR
O Plenário do Senado federal aprovou no início da noite desta quarta-feira (28) o fim da multa imposta pela Secretaria de Tesouro Nacional (STN) ao Estado do Paraná, por conta de títulos podres adquiridos à época da privatização do Banestado, em 2000. Com a decisão, o Governo do Paraná deixa de pagar a multa mensal de R$ 7 milhões. Os R$ 260 milhões já pagos pelo Estado serão descontados de dívidas do Paraná com o Governo Federal. O governador Orlando Pessuti estima que em quatro meses esse valor seja recuperado pelo Paraná.

A batalha pelo fim da multa começou em 2003. Na tarde desta quarta-feira, parlamentares paranaenses, liderados por Pessuti e pelo senador Osmar Dias, conseguiram que a Comissão de Constituição e Justiça aprovasse projeto de Resolução de Osmar Dias acabando com a multa. Em seguida, Osmar preparou requerimento de urgência para que a medida fosse votada no Plenário do Senado Federal – para isso é preciso a assinatura de todos os líderes de partidos.

Na primeira reunião da Comissão de Constituição e Justiça, pela manhã, o relator do texto, Antonio Carlos Magalhães Junior (DEM/BA) cumpriu a promessa feita na terça-feira (27) à noite ao governador Orlando Pessuti e colocou a proposta em votação. Entretanto, um pedido de vistas do senador Ademir Santana (DEM/DF) adiou a votação. Ainda assim, a pressão do senador paranaense Osmar Dias (PDT), autor da proposta de resolução, fez com que o presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM/GO), convocasse uma nova reunião para as 15h desta quarta-feira.

“A aprovação do texto é importante para o Brasil, e não apenas para o Paraná, que já foi muito lesado com essa história”, disse Osmar. Os deputados federais Abelardo Lupion (DEM), Moacir Micheletto (PMDB), Ratinho Junior (PSC), Luiz Carlos Hauly (PSDB) e Rodrigo da Rocha Loures (PMDB) também assistiram à reunião da CCJ do Senado.

A aprovação pelo Senado encerra uma luta de sete anos do Governo do Paraná. Desde 2003, o Estado briga na Justiça para não ter de pagar por títulos públicos — emitidos por Alagoas, Pernambuco, Santa Catarina e os municípios paulistas de Guarulhos e Osasco — declarados nulos pela Justiça e pela Comissão Parlamentar de Inquérito dos Títulos Públicos. sucessão.”

Pessuti garante apoio para fim da multa do Banestado

28 de abril de 2010

O governador Orlando Pessuti se reuniu nesta terça-feira (27), em Brasília, com o senador Antonio Carlos Magalhães Junior, para reiterar o pedido de apoio à resolução que põe fim a multa mensal de R$ 7 milhões, imposta pela Secretaria de Tesouro Nacional (STN), resultante da privatização do Banestado.

“O ACM Junior me garantiu que apresentaria seu parecer a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e conversaria com o presidente da CCJ (Demóstenes Torres) nesta quarta-feira (28), solicitando o pedido de inclusão do projeto na pauta de amanhã”, garantiu o governador.

Assim que deixou o Senado Federal, a comitiva do governador conversou com os senadores Osmar Dias (autor do projeto), Demóstenes Torres, Romero Jucá, Renan Calheiros, Newton de Conto, Arthur Virgílio e o presidente do Senado, José Sarney e todos reiteraram o apoio a esta causa do Paraná.

“Todos se colocaram à disposição desta luta do Paraná. Amanhã estaremos desde cedo acompanhando todo este processo, juntamente com o Osmar Dias, e a grande expectativa é que a resolução seja votada nesta quarta-feira pela CCJ e nos próximos dias pelo plenário do Senado”, disse Pessuti.

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Está no blog do Zé Beto

27 de abril de 2010

O governo do Paraná não existe, está inerte, apático. Você vê o governador do estado, há 15 dias, preocupado em trocar secretário, mas ninguém perdeu o emprego. Está todo mundo tranquilo: quem saiu da Casa Civil foi para a diretoria da Copel, aquele ‘competente’ secretário da Segurança Pública, que nós pedimos que fosse afastado, pelo jeito, vai arrumar um cargo de secretário especial. Está tudo acertado. A única coisa que não estamos vendo é governo. (Do deputado Valdir Rossoni, presidente do PSDB do Paraná, criticando o governo de Orlando Pessuti, hoje, no plenário da Assembleia)

P.S: De fato, Zé Beto. O ilustre deputado Rossoni, presidente do PSDB e componente da atual mesa executiva da Assembléia Legislativa, tem razão: quem saiu da Casa Civil foi para a Copel. Por certo com currículo, que está a disposição. Mas sem qualquer envolvimento com Gafanhotos, Ectoplasma I, entre outros. Graças a Deus.

Toma posse a nova diretoria da Copel

27 de abril de 2010

COPEL
O governador Orlando Pessuti empossou nesta terça-feira (27) a nova diretoria da Copel, que passa a ter como presidente o economista Ronald Thadeu Ravedutti, empregado de carreira da Companhia. Diante de uma platéia formada por mais de 300 empregados ativos e aposentados da Companhia, reunidos numa das sedes da Copel na Capital, Pessuti declarou sua confiança no sucesso do trabalho que será realizado pela diretoria empossada, com o apoio de todos os integrantes do quadro de empregados.

“A Copel mantém uma política de tarifas socialmente justa e distribui eletricidade a cerca de 1 milhão de paranaenses que dela precisam mas não podem pagar, mas ainda assim ela é uma empresa superavitária e vai buscar novos espaços, disputar novos espaços na geração, transmissão e distribuição de energia”, informou. “Temos uma empresa que é referência no setor elétrico e não podemos nos acomodar nem nos acovardar de ofertar cada vez mais energia, energia limpa ao Brasil. Nós temos que fazer em favor do Brasil o que fazemos em favor do Paraná”.

Juntamente com Ronald Ravedutti, que sucede na presidência a Rubens Ghilardi, que por cinco anos comandou a Companhia, foram empossados nesta terça-feira Vlademir Santo Daleffe como diretor de Distribuição (em substituição a Ravedutti), Regina Maria Bueno Bacellar como diretora Jurídica (em lugar de Paulo Roberto Trompczynski), Rafael Iatauro como diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações, Luiz Antonio Rossafa (sucedendo a Rubens Ghilardi, que ocupava cumulativamente o cargo) e Edson Sardeto como diretor de Engenharia (em lugar de Luiz Antonio Rossafa).

Permanecem em seus cargos a diretora de Meio Ambiente e Cidadania Corporativa, Marlene Zannin e o diretor de Geração e Transmsissão de Energia e de Telecomunicações, Raul Munhoz Neto.

Pessuti nega rompimento com Requião

27 de abril de 2010

O governador Orlando Pessuti jogou uma pá de cal nas especulações de que haveria um rompimento com o ex-governador Roberto Requião, devido as mudanças ocorridas no comando de algumas pastas do executivo.

“De minha parte não tem racha. Eu continuo no meu ritmo de vida como sempre foi com Requião onde havia divergências, mas de uma lealdade jamais questionável. Eu ajudei o Requião a governar o Estado por 10 anos e espero que ele me ajude nestes meses a fazer um grande governo no Paraná” disse o governador.

As declarações foram feitas nesta terça-feira (27) durante a cerimônia de posse da nova Diretoria da Copel. O governador esclareceu também que as mudanças no comando da Companhia se devem a uma situação normal, “dentro da dinâmica de um governo ocorrem às substituições. A cada momento isso precisa acontecer. Nada de excepcional, mas queremos dar uma oportunidade a aqueles que por muitos anos conduziram esta empresa possam passar a dirigi-la. O trabalho do Ronald Raveduti a partir de agora irá orgulhar ainda mais a todos nós paranaenses” concluiu Pessuti.

Pessuti viaja à Brasília para lutar contra multa do Banestado

27 de abril de 2010

O governador Orlando Pessuti segue na tarde desta terça-feira para Brasília, onde buscará solução para a multa que a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) cobra do Paraná por conta de títulos podres adquiridos pelo Paraná à época da privatização do Banestado.

“Estamos otimistas. Estamos viajando para Brasília, para mais uma reunião com o senador Antonio Carlos Magalhães Junior, que é o relator da resolução apresentada pelo senador Osmar Dias pedindo a suspensão da multa. Na quarta (28) pela manhã, acompanhamos a discussão e a votação do relatório. Nossa expectativa é que a proposta seja aprovada e o Paraná deixe de ser penalizado”, falou Pessuti.

Pessuti conta com o apoio do ministro Paulo Bernardo que afirmou :“O senador Antonio Carlos Magalhães Junior, ao que tudo indica, vai apresentar um relatório favorável ao Paraná, de acordo com que havíamos combinado com o Ministério da Fazenda e o governo do Estado, de maneira que isso sendo feito a questão será resolvida pela Comissão de Constituição e Justiça”.

Nada separa Requião e Pessuti

27 de abril de 2010

De Roseli Abrão

Enquanto as especulações apontam para um estremecimento nas relações entre o ex-governador Roberto Requião e o governador Orlando Pessuti, o ex-chefe da Casa Civil, Rafael Iatauro, garante que nada vai afastar os dois.

Em seu blog, Iatauro pondera que “não há aborrecimento que não se supere com uma boa conversa, entre dois velhos companheiros, amigos de todas as horas e parceiros de longa data, de momentos de glorias, mas também de sofrimentos”.

Na avaliação de Iatauro, “boa parte dessa ligeira impressão de afastamento é fruto exclusivamente de futricas de terceiros interessados e de ausência de um bom papo, entre ambos”.

Perfeitamente superável

Iatauro aposta que este “pequeno arrufo” será completamente superável até porque Pessuti “é, no momento, a melhor solução para defender as posições e filosofia de governo de Requião, já que sempre foi seu leal seguidor, tem grande respeito pelo ex-governador, um homem incapaz de trair seus amigos e profundamente reconhecido”.

– Que ninguém duvide, sem embargo de algumas pedrinhas ainda a serem removidas, que quem é Requião é Pessuti e quem é Pessuti é Requião. O tempo vai provar. Requião, como ele próprio costuma afirmar, não é homem de queimar sua biografia. Se o PMDB confirmar o lançamento de Pessuti, como tudo leva a crer que o fará, Roberto Requião estará nesse comando, até por coerência de vida, afirmou.
Será?

Quem acompanha o twitter do ex-governador Roberto Requião acha Iatauro otimista.

As cutucadas são diárias.

Pessuti e Paulo Bernardo acreditam na suspensão de multa contra o Paraná

26 de abril de 2010

Fiep
O governador Orlando Pessuti e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disseram nesta segunda-feira, confiar que está próxima a solução para a multa que a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) cobra do Paraná por conta de títulos podres adquiridos pelo Paraná à época da privatização do Banestado.

“Estamos otimistas. Vamos a Brasília nesta terça-feira (27) para mais uma reunião com o senador Antonio Carlos Magalhães Junior, que é o relator da resolução apresentada pelo senador Osmar Dias pedindo a suspensão da multa. Na quarta (28) pela manhã, acompanhamos a discussão e a votação do relatório. Nossa expectativa é que a proposta seja aprovada e o Paraná deixe de ser penalizado”, falou Pessuti.

“O senador Antonio Carlos Magalhães Junior, ao que tudo indica, vai apresentar um relatório favorável ao Paraná, de acordo com que havíamos combinado com o Ministério da Fazenda e o governo do Estado, de maneira que isso sendo feito a questão será resolvida pela Comissão de Constituição e Justiça”, disse Bernardo.

Pessuti e Bernardo participaram em Curitiba da 10.ª Conferência Nacional da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras (Anpei). “É importante ver que o ministro também está confiante, para que esta resolução seja aprovada o mais rápido possível”, lembrou Pessuti.



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