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Em reunião nesta segunda-feira, no Palácio das Araucárias com as deputadas estaduais Rosane Ferreira (PV) e Luciana Rafagnin (PT), com a pré-candidata do PT ao Senado, Gleisi Hoffmann, e com lideranças da sociedade civil, ligadas aos movimentos de mulheres do Paraná, a primeira-dama do Estado, Regina Pessuti, disse que o governador Orlando Pessuti pretende assinar decreto reativando o conselho estadual de mulheres do Paraná. E não é só: Pessuti deve encaminhar até meados do mês de maio à Assembléia Legislativa uma mensagem propondo a criação da secretaria Estadual de Mulheres do Paraná. “Abre-se uma nova perspectiva de políticas públicas para as mulheres no Paraná”, afirmou Gleisi, que completou dizendo que “a intenção manifestada pela primeira-dama, Regina Pessuti, de criar órgão executivo, como uma secretaria, fará avançar muito mais nos direitos das mulheres e na participação política delas”.
O governador Orlando Pessuti vai empossar nesta terça-feira, a nova Diretoria Executiva da Copel, eleita em reunião extraordinária nesta segunda-feira pelo Conselho de Administração da Companhia.
O novo presidente é o economista Ronald Thadeu Ravedutti, empregado de carreira da empresa onde ingressou em 1971, construindo carreira na área financeira. Ocupou o cargo de diretor Econômico-Financeiro e de Relações com o Mercado em 1994 e, a partir de 2003, comandou sucessivamente as diretorias de Finanças e de Relações com Investidores, de Gestão Corporativa e de Distribuição. Ravedutti sucede o também economista Rubens Ghilardi, que vinha presidindo a Companhia desde fevereiro de 2005.
DIRETORES – O Conselho de Administração da Copel também elegeu, na mesma reunião, outros cinco novos diretores. O engenheiro Vlademir Santo Daleffe assume a Diretoria de Distribuição, em substituição a Ronald Ravedutti. A advogada Regina Maria Bueno Bacellar sucede a Paulo Roberto Trompczynski na Diretoria Jurídica.
O engenheiro Edson Sardeto passa a comandar a Diretoria de Engenharia, substituindo o também engenheiro Luiz Antonio Rossafa – que foi eleito Diretor de Administração, em substituição ao ex-presidente Rubens Ghilardi que ocupava cumulativamente o cargo. E para a Diretoria de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações, foi eleito Rafael Iatauro, bacharel em Direito, economista e administrador de empresas, em substituição a Antônio Rycheta Arten.
Permanecem em seus cargos o diretor de Geração e Transmissão de Energia e de Telecomunicações, Raul Munhoz Neto e a diretora de Meio Ambiente e Cidadania Empresarial, Marlene Zannin.
A cerimônia de posse será às 11 horas no Pólo Administrativo do Km 3 da BR-277 (Rua José Isidoro Biazetto 158, Mossunguê).
* Os últimos resultados das pesquisas de opinião pública acenderam a luz amarela para o presidente Lula, no seu firme propósito de eleger Dilma Rousseff sua sucessora. Os números apontam aumento da diferença de Serra sobre Dilma, particularmente no Paraná, que pode ser decisivo para compensar, até com vantagens, a dianteira do governo no norte e nordeste. Acrescentando-se o equilíbrio no Rio Grande do Sul e a atual perspectiva de considerável vitoria em Santa Catarina, o sul desiquilibraria em favor de Jose Serra.
Vai dai que a cúpula petista, sob o comando de Lula e do presidente do partido, Jose Eduardo Dutra, convoca o ministro Carlos Luppi, licenciado do cargo de presidente do PDT, mas que tem o comando total da legenda, para uma conversa séria sobre a reabertura das tratativas de parceria, no Paraná.
** E aquilo que parecia impossível, ou seja, unir o PT paranaense a Osmar Dias, passou não só a ser rediscutido, viável e exigido por Brasília. Assim, o diálogo renasceu e tudo será feito, de ambos os lados, para que o casamento se realize o quanto antes, se necessário ontem. Desarmados os espíritos e colocada uma pedra em cima de várias bobagens que foram ditas, em blogs, twitters, imprensa, etc, como é próprio da política, os entendimentos voltam a pauta de trabalho de Osmar e do PT, com o compromisso de que a prioridade é a candidatura de Dilma Rousseff que, por sinal, aborrecida com o comportamento dos seus companheiros paranaenses, cancelou visita pré-agendada, para não contribuir para eventual aprofundamento da crise. E estamos conversados: quem não gostar, que pegue seu boné. Tanto que o deputado André Vargas, influente e articulado membro do diretório nacional que, com suas impertinências, foi um dos causadores da forte e justificada reação do senador Osmar Dias, não é homem de levar desaforo para casa, nem brincar com coisa séria, mudou o tom, e afirmou: “Vamos dar mais uma demonstração de que queremos aliança.”
*** “Tudo bem – retrucou o deputado Zucchi, presidente do PDT/PR. Mas com muita seriedade, respeito e cumprimento do que foi acertado, desde o inicio, com o Presidente Lula”. O fato, positivo para Dilma, é que o diálogo foi reaberto, com muita chance de dar certo, desta vez, com um final feliz, para todos. Na verdade, não será fácil se o PT não se dispuser a abrir mão de pleitear a vaga senatorial e concordar que Gleisi Hoffmann seja vice de Osmar. Só a teimosia e a intransigência burra não enxergam que essa é a chapa competitiva, com possibilidades de vitoria, único caminho que o PT tem para fortalecer, substancialmente, a posição de Dilma, no Estado. Daria, também, abertura para atrair o PP, deixando brecha para entendimento com o deputado Ricardo Barros, vice-líder de Lula na Câmara Federal, que pretende uma vaga ao Senado.
**** Há que se acrescer, a esse raciocínio, como futuro fortalecimento de Dilma, a recente conversa entre Roberto Requião e Osmar Dias, que não se falavam desde dois dias antes do senador lançar sua candidatura ao governo nas últimas eleições, encontro do qual participei. Requião, que nunca escondeu sua preferência por Dilma, apesar de agastado com pequena parte do PT local, reforçaria, como candidato a Câmara Alta, o palanque de Dilma, evidentemente ao lado seu amigo e candidato do PMDB, Orlando Pessuti, mas sem colocar objeções a união PT/Osmar. Tudo para estar ao lado de Dilma, e não desmentir as idéias que sempre defendeu.
***** Agora, não creiam, todavia, nesse disque-disque de que Requião vai se distanciar de Pessuti. Não há aborrecimento que não se supere com uma boa conversa, entre dois velhos companheiros, amigos de todas as horas e parceiros de longa data, de momentos de glorias, mas também de sofrimentos. Boa parte dessa ligeira impressão de afastamento é fruto exclusivamente de futricas de terceiros interessados e de ausência de um bom papo, entre ambos. É um pequeno arrufo, completamente superável. E Pessuti é, no momento, a melhor solução para defender as posições e filosofia de governo de Requião, já que sempre foi seu leal seguidor, tem grande respeito pelo ex-governador, um homem incapaz de trair seus amigos e profundamente reconhecido. Que ninguém duvide, sem embargo de algumas pedrinhas ainda a ser removidas, que quem é Requião é Pessuti e quem é Pessuti é Requião. O tempo vai provar. Requião, como ele próprio costuma afirmar, não é homem de queimar sua biografia. Se o PMDB confirmar o lançamento de Pessuti, como tudo leva a crer que o fará, Roberto Requião estará nesse comando, até por coerência de vida. Por isso, senhores apostadores: se quiserem ganhar, carreguem suas fichas na dobradinha Requião e Pessuti. Se não acreditam, consultem as pesquisas, que atestam que Requião com quase 50% de aprovação é capaz de transferir voto e prestígio. Vai dai, que Pessuti, alem do percentual, que tradicionalmente um candidato do governo carrega e com o apoio de Requião, em 60 dias, no máximo, se tornara candidato competitivo.
*****Ao final, Dilma, apenas ela, sairá ganhado, pois terá dois palanques de primeira, no Paraná, a sustentar sua candidatura: o de Pessuti e o de Osmar, o que poderá significar expressiva virada nas intenções de votos. Juízo é que não poderá faltar aos comandados pelo equilibrado e competente Enio Verri que, como ser humano, também deu uma pisadinha na bola. Seja como for, a época de caça na política está aberta. Cabe aos caçadores escolher suas presas.
Pouca gente sabe porque os grandes partidos anunciam com orgulho a formação de coligações para a disputa das eleições com os partidos chamados “nanicos”, aqueles que não tem representação parlamentar. A explicação está no “palanque eletrônico”, que há anos é um dos responsáveis pelo sucesso dos eleitos nas disputas pelo voto, a cada dois anos. Ocorre que estes minúsculos partidos podem não ter deputados ou até votos, mas têm direito a espaço na televisão, que na campanha vale outro. Desta vez, de 17 de agosto a 30 de setembro, por 20 minutos os partidos estarão diariamente na televisão tentando eleger seus candidatos ao governo. Oito deles terão, cada um, direito a 14 segundos e 81 décimos de tempos na tevê: PSDC, PRTB, PCO, PRP, PSTU, PSL, PTN e PCB.
Só para se ter uma idéia da importância dos segundos dos nanicos, o partido que terá mais tempo na televisão, o PMDB, contará com 2 minutos 33 segundos e 60 décimos. Depois virá o PT, com 2 minutos, 24 segundos e 24 décimos; o PSDB, com um minuto, 57 segundos e 73 décimos; o DEM, com um minuto, 56 segundos e 17 décimos e o PP, com um minuto, 56 segundos, 74 décimos. O partido do senador Osmar Dias, o PDT, sozinho terá apenas 52 segundos e 23 décimos, o que é um problema para o candidato. Os pedetistas ficarão atrás dos modestos PSB, com 56 segundos e 91 décimos e PR, com 53 décimos e 79 segundos. Menos tempo que o PDT terá PTB, PPS, PV, PC do B, PSC, PMN, PTC, PSOL, PHS e PRB, que terão de 16 a 50 segundos.
(De Cena Política, no Diário Popular)

Mais uma vez o boquirroto Ciro Gomes caiu do cavalo. Antes foi durante recente pleito presidencial quando subia assustadoramente nas pesquisas e, por querer fazer gracinhas na vida conjugal, começou a cair e nunca mais se recuperou.
O fato volta agora a se repetir. Falou, falou, criticou todo mundo, ironizou as intenções dos outros candidatos e acabou falando sozinho, pois o PSB, seu partido, acertou com Dilma Rousseff e o rifou completamente da corrida presidencial.
Arrogante, dono da verdade, Ciro Gomes perdeu a vaga de candidato presidencial, o PSB, o domicílio eleitoral no Ceará ( mudou para São Paulo, por pretensiosa vaidade) e, conseqüentemente a possibilidade de renovar seu mandato na Câmara Federal. Acabou lambendo os dedos, sozinho.
“O melhor de Ciro é mesmo a Patrícia Pilar”, disse um seu companheiro de legenda partidária.
A primeira ação do programa de interiorização do governo de Pessuti acontece no próximo dia 29 de abril, em Ponta Grossa, abrangendo 28 municípios das regiões dos Campos Gerais e Centro Sul do estado.
Além da atividade rotineira da Escola de Governo, a programação avança por mais um dia, com despachos com prefeitos e lideranças, assinatura de convênios e ordens de serviço e, principalmente, inauguração de obras.
Somente na primeira região, mais de 40 obras devem ser inauguradas nos diversos municípios. Não haveria tempo hábil para entregar tudo antes do limite fixado pela legislação eleitoral, que a partir de junho impede candidatos de participar de inaugurações. A única forma foi concentrar as inaugurações em mutirões.
Se tentar, a direção nacional do PSB vai ter dificuldades para tirar o partido do palanque do PSDB no Paraná e levá-lo a apoiar a candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff à presidência da República pelo PT.
A única forma de o PSB não apoiar a candidatura do ex-governador de São Paulo José Serra à presidência da República é se o deputado federal Ciro Gomes for candidato à sucessão do presidente Lula, disse o líder da bancada estadual do PSB e integrante do diretório nacional do partido, deputado Reni Pereira.
“Desse socialista aqui, podem tirar o cavalo da chuva. Não apoio o PT nem amarrado”, avisou Pereira, atribuindo a rejeição ao acordo, que está sendo costurado nacionalmente, ao histórico da relação entre os dois partidos no Estado.
Também líder da bancada socialista na Assembléia Legislativa PSB, Pereira destacou que nos últimos anos o PSB e o PT estiveram em lados opostos no Paraná. Para ele, o quadro é claro.
“O PSDB nos respeitou como aliado. Tanto que fomos vice-prefeito e temos hoje a prefeitura de Curitiba. Nós vamos devolver este respeito apoiando o Beto e o Serra, se o Ciro não for candidato. Até porque não há mais verticalização das coligações”, disse.
(De O Estado do Paraná)
A propaganda do governo Luiz Inácio Lula da Silva chegou, no ano passado, a 7.047 veículos de comunicação de todo o País. O número é 1.312% superior ao de 2003, primeiro ano do governo Lula, quando 499 veículos receberam verba para divulgar a publicidade oficial.
De 2003 a 2009, a Presidência da República, ministérios e estatais gastaram R$ 7,7 bilhões com propaganda. Os gastos do ano passado, de R$ 1,17 bilhão, superaram em 48% os R$ 796,2 milhões investidos no primeiro ano de governo.
(Do Estadão)

Do blog de José Roberto Toledo
Segundo Ibope e Datafolha, José Serra (PSDB) teria mais a ganhar com a eventual saída de Ciro Gomes (PSB) da corrida presidencial. Na comparação dos cenários com e sem o pré-candidato socialista, o tucano soma mais pontos em sua intenção de voto estimulada do que as adversárias quando Ciro está fora do páreo.
Em ambos os institutos, Serra ganha quatro pontos no cenário sem Ciro. Dilma Rousseff (PT) ganha de 2 a 3 pontos, dependendo do instituto, e Marina Silva (PV) soma de 1 a 2 pontos. Logo, a vantagem do tucano se ampliaria.
Isso, na teoria. Porque há outros fatores que influenciarão a preferência dos eleitores em caso de desistência de Ciro. Entre eles, o seu comportamento: se Ciro sair atirando em Dilma, o resultado será um; se subir no palanque dela, o impacto será outro.
Aumentam também as chances de a eleição ser decidida no 1º turno. No cenário com Ciro, Serra tem hoje 44% dos votos válidos, segundo o Ibope. Sem Ciro, o tucano chega a 49% dos votos válidos. Para ser eleito em 1º turno, um candidato precisa de 50% mais um dos votos válidos.
Essa conta, porém, é imperfeita. Não contabiliza os 9% de indecisos, que na hora de votar optarão por um candidato. E o cenário em outubro pode ser muito diferente do atual, quando ainda 60% dos eleitores não sabem dizer espontaneamente o nome de um presidenciável que esteja no páreo.
Serra tem mais chances de ser o principal beneficiado com a eventual saída de Ciro, mas só a evolução da campanha, novas rodadas de pesquisa e, em última instância, as urnas poderão confirmar essa probabilidade.
De última hora, partido decide cancelar agenda para evitar saia justa com aliados
Com grave problema de palanque no Paraná, com disputa entre aliados, o núcleo de coordenação de campanha do PT decidiu vetar, à última hora, a viagem que a pré-candidata Dilma Rousseff faria hoje a Curitiba. No roteiro estavam previstos, inclusive, visita a uma obra social da Igreja Católica de reabilitação de drogados e encontro com evangélicos.
O comando petista preferiu cancelar a viagem para evitar a repetição de problemas recentes, como os ocorridos nas passagens dela por Minas Gerais e Ceará.
O impasse no Paraná é motivado pela veto do senador Osmar Dias (PDT), candidato ao governo, à candidatura ao Senado da petista Gleisi Hoffman. Ele queria que Gleisi integrasse sua chapa como vice, para abrir espaço para negociações com o ex-governador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Senado. Mas o PT local investe na candidatura de Gleisi ao Senado.
Diante do impasse, Osmar Dias disse ontem que para ele as conversas com o PT estão encerradas, e agora caberá ao partido de Dilma Rousseff resolver como ficará o palanque dela no estado. Ele disse que o acordo inicial, firmado em julho de 2009, era que Gleisi Hoffman seria vice, e a base aliada teria um único candidato ao governo:
— Aqui eu encerrei as conversas com o PT, porque estavam fazendo mais desaforos que conversando de verdade. Como o PT encerrou as conversas comigo e não fui procurado pelo diretório nacional, não quero opinar sobre o cancelamento da vinda de Dilma ao Paraná.
(O Globo)
O pré-candidato ao governo do Paraná, senador Osmar Dias disse nesta quinta-feira (22) em entrevista à Banda B, que pegou uma virose mas se recupera bem, inclusive trabalhando normalmente, ao contrário da informação que chegou a circular em alguns veículos de comunicação dando conta de que Osmar estaria hospitalizado. “Essa noticia é daqueles que desejam isso, mas não estou hospitalizado, é apenas uma gripe normal para esta época do ano. Está tudo bem comigo, estou trabalhando normalmente”, disse.
Osmar não quis comentar a reunião da cúpula nacional do PT na última terça-feira (20), com o presidente estadual do partido Ênio Verri. Nesta reunião, a caciques nacionais teriam demonstrado que o PT nacional quer manter as negociações para ter o apoio do PDT à Dilma Roussef no Paraná. O impasse em torno da intenção do PDT de ter Gleisi Hoffmann como candidata a vice na chapa, ao contrário do quer o PT de ter Gleisi como candidata ao Senado, acabou com o diálogo entre as lideranças estaduais dos dois partidos. Osmar disse que não sabe se o “casamento” ainda vai sair. “Não sei se tem chance disso acontecer. O que sei é que as negociações tinham se encerrado por conta até das declarações de Ênio Verri. Não houve contato de ninguém do PT nesses dias, até porque estou fora de Brasília por causa da gripe. Acredito que na semana que vem, quando eu voltar para Brasília, alguém virá conversar comigo”.
Beto Richa participará de uma série de encontros com a população e lideranças de 21 cidades da região Noroeste do Paraná, nos dias 28, 29 e 30 de abril. O objetivo é reunir propostas e sugestões para seu Plano de Governo.
A extensa agenda de Richa começará na quarta-feira (28), com reuniões em Xambrê, Pérola, Esperança Nova, São Jorge do Patrocínio, Altônia, Francisco Alves e Iporã. Na quinta-feira (29), Richa participará de encontros em Alto Paraíso, Icaraíma, Ivaté, Douradina, Tapira, Nova Olímpia e Maria Helena. Na sexta-feira (30), irá a Perobal, Cafezal do Sul, Alto Piquiri, Brasilândia do Sul, Mariluz e Cruzeiro do Oeste.
Em Umuarama, às 19h30, Richa participará da audiência pública que o PSDB e o Instituto Teotônio Vilela promoverão para debater ideias e propostas que farão parte do Plano de Governo a ser apresentado à sociedade paranaense. “O povo é sábio e o Paraná precisa que as pessoas sejam ouvidas”, afirma Richa.
Está no blog do Fábio Campana
O senador Osmar Dias ganhou uma importante queda de braço com o PT do Paraná. Teria conseguido abortar uma visita ao Estado da candidata Dilma Rousseff.
A visita de Dilma, organizada por Gleisi Hoffmann, pré-candidata do PT ao Senado, não incluía o senador no programa e seria uma demonstração forte que o PT do Paraná pretendia seguir sem Osmar.
O plano do PT contemplava uma candidatura própria ou caminhar aliado ao peemedebista Orlando Pessuti. Osmar era considerado uma carta fora do baralho.
O quadro mudou dramaticamente nas últimas horas. Na terça-feira, 20, houve uma reunião da executiva nacional do PT em Brasília, com a presença do presidente estadual do partido, Enio Verri, que tinha ido ao encontro na vã esperança de alinhavar os detalhes da vinda de Dilma ao Paraná para fazer um tour em que Osmar não estaria incluído, seguindo a agenda elaborada por Gleisi Hoffmann.
Em Brasília, Enio Verri teve de se deparar com péssimas notícias. O PT do Paraná pode ter aberto mão de Osmar Dias, mas o PT nacional tem outra opinião.
(Do HoraHnews)