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O governador Orlando Pessuti anunciou nesta segunda-feira (31), durante reunião com o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais realizada no Palácio das Araucárias, em Curitiba, que o reajuste geral de 5% será depositado na folha de junho. O pagamento, por outro lado, será retroativo ao mês de maio, explicou o governador.
Pelo quarto ano consecutivo, o Governo do Paraná vai corrigir os salários, aposentadorias e pensões do funcionalismo. Neste ano, o índice será aplicado não só sobre o vencimento base, como sobre as gratificações também. A medida vai beneficiar 252,5 mil pessoas (servidores da ativa, aposentados e pensionistas). O reajuste geral acumulado no período 2007-2010 chega a 20,5%.
A partir desta terça-feira, os partidos terão 30 dias para definir o caminho que seguirão nas eleições de outubro. A legislação eleitoral estabelece que, até o final de junho, todas as legendas devem realizar as convenções para definir candidatos e eventuais alianças.
No Paraná, a grande dúvida ainda gira em torno da confirmação ou não da candidatura do senador Osmar Dias (PDT) ao governo.
Caso o pedetista desista da empreitada, o cenário tende a se definir com a polarização da disputa pelo controle do Estado entre o atual governador Orlando Pessuti (PMDB) e o ex-prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). Nesta hipótese, os dois principais candidatos lutarão para ter o apoio de Osmar Dias, que seria decisivo.
O PSDB foi o primeiro partido no Paraná a confirmar para o próximo dia 11 a convenção, onde será ratificada a candidatura de Richa. Ao marcar a data, os tucanos aumentam a pressão sobre Dias, que passa a ter dez dias para decidir se aceita o convite do PSDB para reeditar a “grande aliança”, desistir de disputar o Palácio das Araucárias, apoiar Richa e concorrer a reeleição.
O PDT de Osmar marcou convenção para o dia 26 de junho, mesmo dia do encontro estadual do PT. No caso dos petistas, porém, a decisão caberá à Executiva Estadual, em reunião no dia 29.
Enquanto os tucanos trabalham para formar um grande leque de alianças em torno de Richa, em outra frente Pessuti trabalha para ter ao menos um aliado de peso. Nesta quarta-feira, o peemedebista tem rodada decisiva de negociação para suas pretensões eleitorais com o presidente Lula (PT).
(De Bem Paraná)
As medidas do Governo do Paraná que beneficiam os municípios paranaenses estão sendo divulgadas no site www.governonosmunicipios.pr.gov.br
Diariamente são divulgadas notícias sobre autorização de obras, repasses financeiros, ações sociais, inaugurações de prédios públicos e programas que promovem melhoria da qualidade de vida das populações do interior.
O site contém informações para que os paranaenses acompanhem e fiscalizem a aplicação de recursos do governo estadual em seus municípios.
A administração do site é da equipe da Casa Civil, que oferece as informações de interesse dos municípios atendidos pelo Governo do Estado.


O governador Orlando Pessuti participou na noite desta sexta-feira (28), em Marechal Candido Rondon, da comemoração dos 30 anos de filiação do deputado Ademir Bier no PMDB. Pessuti e Bier foram recebidos por mais de 1.500 pessoas de mais de 40 municípios do Paraná no Clube Concórdia.
Nos discursos de Bier, do prefeito Moacir Froelich (PMDB) e dos deputados federais Dilceu Sperafico (PP) e Moacir Micheletto (PMDB), o grande tema foi a fidelidade partidária, a importância de participação política no processo democrático do país e a força e respeito de Pessuti no atendimento as necessidades dos municípios.“Nós temos muito a agradecer ao Pessutão por tudo que ele vem fazendo pelo Paraná e estaremos junto na disputa eleitoral deste ano”, afirmou Bier, referindo-se a pré-candidatura de Pessuti ao governo do Estado.
“A eleição não está difícil de ser vencida. Basta que no primeiro turno tiremos de nosso adversário entre 10 e 12 pontos percentuais para levarmos as eleições para o segundo turno. Nesta fase precisamos tirar outros 8 pontos”, calculou Pessuti. “Para quem estava com zero ou 1 por cento a seis meses atrás estar hoje com 14 ou 15 e em um confronto direto estar com quase 30% é um avanço dos maiores“ disse o governador.
O governador comentou também que a presença da militância do PMDB fará a diferença no processo político deste ano. “Numa campanha polarizada como esta que se anuncia, teremos a forte presença da militância do PMDB, pois esta situação mexe com os brios dos companheiros e ainda teremos a presença de um dos maiores cabos eleitorais do Brasil ao nosso lado que é o presidente Lula”, afirmou.
“Quando ele e o Partido dos Trabalhadores e a história de apoio e realizações do governo federal forem colocadas a serviço de nossa campanha eleitoral, não tenho dúvida que nós de 25 vamos para 30 ou 35% e ainda arrisca ganharmos a eleição no primeiro turno” finalizou Pessuti.
Aberta a agenda das convenções partidárias que vão definir os candidatos às eleições de outubro. O primeiro a marcar data foi o PSDB, que no próximo dia 11, no Paraná Clube, faz a convenção estadual quando será ratificada a candidatura de Beto Richa ao governo e definidas as coligações. Um dia antes caberá ao pequeno PSOL realizar sua convenção, com a intenção de lançar 30 candidatos a deputados estaduais, 20 federais, dois senadores e Luiz Felipe Bergmann ao governo do Estado. O PDT faz a sua convenção no dia 26, em local a ser definido.
Já, o Diretório Estadual do PMDB divulgou nota afirmando que ainda não definiu a data de sua convenção que vai homologar a chapa de candidatos e as alianças do partido. “No momento a Executiva Estadual analisa propostas de diferentes datas para a reunião, quando serão definidos os nomes do PMDB para o governador e vice, senadores, deputados federais e estaduais”, afirma o presidente Waldyr Pugliesi.

O Governo do Estado aprovou, nesta sexta-feira (28), a proposta do Governo Federal para devolver o dinheiro retido, desde 2005, pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). O Paraná ganhará R$ 260 milhões em crédito no Banco do Brasil – valor corrigido das multas que tinham sido impostas ao Paraná pelo não-pagamento, ao banco Itaú, de títulos adquiridos pelo Banestado.
“Governantes anteriores feriram de morte o Paraná, com o acordo da venda do Banestado. Desde dia 28 de abril estamos festejando a vitória contra esta irresponsabilidade”, afirmou o governador Orlando Pessuti. Ele citou senadores, deputados e membros do governo estadual que trabalharam contra a multa. “Temos que agradecer a luta iniciada pelo ex-governador Roberto Requião, ao senador Osmar Dias, por conduzir o processo no senado e também pela ajuda da ministra Dilma Rousseff.”
Os documentos do Governo Federal, formalizando a devolução dinheiro, chegaram à Secretaria Estadual da Fazenda na terça-feira (25). As planilhas foram analisadas por técnicos paranaenses nos últimos três dias. “É efetivamente a devolução dos valores, corrigidos, que pagamos da multa. Com esse crédito, vamos deixar de pagar durante cerca de quatro meses e meio a parcela do saneamento do Banestado”, explicou o secretário da Fazenda, Heron Arzua.
O governador Orlando Pessuti (PMDB) disse nesta quinta-feira (27), em Guarapuava, que vai encontrar-se com o presidente Lula na semana que vem com a expectativa de receber o apoio do PT na disputa pelo Palácio Iguaçu.
Novamente, o peemedebista descartou a possibilidade de abrir a mão da candidatura em favor de outro nome. Segundo ele, é importante para a democracia que todos os pré-candidatos se mantenham na corrida eleitoral.
“A minha cota de desistência acabou quando desisti do Tribunal de Contas para concorrer à vice novamente”, adiantou o governador.
Orlando Pessuti assegurou que as pesquisas recentes o agradaram. De acordo com ele, “cada vez que uma pesquisa é publicada cresce o meu entusiasmo de continuar lutando”.
“Eu comecei com traço. Foi para um, quatro, cinco, sete, nove. As mais recentes mostraram que estamos com 10. Mas as pesquisas internas de abril apontavam que tínhamos 12%. Até o começo de junho teremos 15%, o que mostrará a viabilidade de da candidatura do PMDB”, afirmou o governador Pessuti.
(De Esmael Morais)

Em visita a Apucarana nesta quinta-feira e em entrevista ao portal AN Notícias, a petista Gleisi Hoffmann voltou a descartar qualquer possibilidade de ser candidata a vice, como quer o senador Osmar Dias.
Segundo ela, se for para o PT indicar o vice, tem outros nomes, como o do deputado federal Angelo Vanhoni e da ex-secretária de Ciência e Tecnologia, Ligia Pupato.
Mas a vice, segundo Gleisi, não é prioridade para o PT, que quer o Senado.
Gleisi disse também que ainda acredita na possibilidade de uma aliança entre PT, PDT e PMDB, principais partidos da base de apoio do governo Lula.
Se for preciso, dobra com Requião
Na mesma entrevista, Gleisi Hoffmann afirmou que desde o episódio em que Requião fez acusações contra seu marido, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, nunca mais conversou com o ex-governador.
No entanto admitiu que do ponto de vista político o PMDB é um partido aliado e o PT pode caminhar junto nestas eleições.
(De Roseli Abrão)
A data de implantação do reajuste geral de 5% nos vencimentos e gratificações dos servidores públicos estaduais será definida e anunciada segunda-feira (31). A informação foi transmitida pelo governador Orlando Pessuti a líderes sindicais do funcionalismo, que realizaram mobilização, nesta quinta-feira (27), em Guarapuava, durante o Programa de Descentralização do Governo do Paraná.
“Na próxima segunda-feira pela manhã teremos o Conselho Revisor e, em conjunto com as Secretarias da Fazenda, do Planejamento e da Administração, vamos fazer nova análise [do comportamento das receitas e despesas do Executivo em maio]. À tarde, faremos o anúncio de quando será implantado o reajuste”, comunicou o governador aos sindicalistas.
Além da revisão de 5%, o governo vai definir o cronograma de contração para as escolas estaduais, de funcionários aprovados em concurso e que aguardam a nomeação. “É uma boa notícia. Nós estamos abertos ao diálogo”, afirmou a presidente da APP-Sindicato, Marlei Fernandes.

O governador Orlando Pessuti assinou, na manhã desta quinta-feira (27), o termo que instala em Guarapuava, até sexta-feira (28), a sede administrativa e a capital cívica do Paraná. A transferência da estrutura do Estado para o município faz parte da terceira etapa do Programa de Descentralização do Governo do Paraná, que já percorreu Ponta Grossa e Maringá.
A interiorização incluiu, na manhã desta quinta-feira (27), a reunião da Escola de Governo e, à tarde, despacho com prefeitos e outros compromissos oficiais com lideranças dos 36 municípios da região. Na sexta, o Pessuti e secretários participam de inaugurações de obras ou e assinatura de ordens de serviços em municípios da região
Advogados do senador Osmar Dias (PDT) estariam fazendo consultas à justiça eleitoral sobre a existência ou não de impedimento legal para que o pedetista venha a formalizar aliança com o PSDB, disputando a reeleição. Ocorre que existe uma decisão nacional do PDT de apoio à candidatura da ex-ministra Dilma Rousseff (PT) à presidência. Se Osmar assumir a aliança com os tucanos, o partido passa a ter como candidato no Paraná o ex-governador José Serra (PSDB). Isso significa que o Paraná se transformaria numa exceção á regra, que poderia vir a ser contestada na justiça eleitoral.
Há quem garanta que não existe nenhum tipo de impedimento, já que a eleição não seria vinculada. Outros entendem que efetivamente existe um vínculo já que houve uma decisão partidária em torno da aliança.
Na era dos blogs e das redes sociais da internet, a corrida por popularidade tem levado os pré-candidatos à Presidência da República a recorrerem ao tradicional rádio para marcar suas posições junto ao eleitorado. Esta quarta-feira foi mais um dia em que José Serra (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV) dedicaram espaço privilegiado em suas agendas para entrevistas a emissoras de todo o país. Desde abril, os três juntos já participaram de pelo menos 53 programas, o que dá uma média de uma “aparição” por dia de um dos presidenciáveis nessa mídia.
A ofensiva não é por acaso. Os programas de rádio são considerados pelas campanhas um canal estratégico para alavancar o potencial eleitoral dos pré-candidatos. A preferência é sempre por emissoras populares e de grande audiência, que têm uma penetração maior junto ao eleitorado que está fora dos grandes centros. Nessas oportunidades, Serra, Dilma e Marina exploram suas plataformas principalmente na área social. Temas como a continuidade do Bolsa Família são obrigatórios.
(De O Globo)